quinta-feira, 25 de setembro de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
por Adamo Bazani
Diante do maior nível de exigência dos passageiros e da competitividade
do setor aéreo, empresas de ônibus investem em melhoria do atendimento e em
frota diferenciada, uma das apostas da Itapemirim é o aperfeiçoamento do
“Serviço Rodonave” – Divulgação Itapemirim
Itapemirim deve colocar em circulação
mais 15 “Rodonaves” em um ano
Sete veículos já foram incorporados à frota. Estratégia da empresa tenta manter e ampliar número de passageiros
ADAMO BAZANI – CBN
O passageiro de ônibus em todo o País está mais exigente e consciente dos direitos de consumidor.
Além disso, por mais que muitas empresas neguem, o setor aéreo se tornou um grande concorrente desde 2001, quando começou haver uma espécie de “popularização” das viagens de avião.
Grandes empresas de ônibus, em especial as que fazem rotas mais longas, estão atentas a esta movimentação.
Além da modernização dos serviços e de um atendimento mais personalizado, dois pontos em que são necessários avanços ainda, um dos grandes trunfos das companhias de ônibus rodoviários para não perderem os atuais passageiros e conquistarem novos são os próprios veículos.
Se entre os diferentes meios de transporte, os preços são competitivos, e se o avião é mais rápido que o ônibus (embora algumas conexões e questões relacionadas à necessidade de melhoria de infraestrutura dos aeroportos deixam as viagens aéreas demoradas), está no conforto oferecido pelos veículos a aposta de muitas empresas.
A Viação Itapemirim, uma das maiores companhias de ônibus do País, cobrindo grande parte do território nacional, anunciou a chegada de veículos de serviço leito, mais sofisticados que os anteriores da mesma categoria. O “Serviço Rodonave” recebeu sete ônibus que contam com poltronas-camas individuais e atendimentos de bordo. A previsão é de que em um ano, cheguem mais 15 ônibus deste tipo, conforme nota da Viação Itapemirim:
Sete veículos já foram incorporados à frota. Estratégia da empresa tenta manter e ampliar número de passageiros
ADAMO BAZANI – CBN
O passageiro de ônibus em todo o País está mais exigente e consciente dos direitos de consumidor.
Além disso, por mais que muitas empresas neguem, o setor aéreo se tornou um grande concorrente desde 2001, quando começou haver uma espécie de “popularização” das viagens de avião.
Grandes empresas de ônibus, em especial as que fazem rotas mais longas, estão atentas a esta movimentação.
Além da modernização dos serviços e de um atendimento mais personalizado, dois pontos em que são necessários avanços ainda, um dos grandes trunfos das companhias de ônibus rodoviários para não perderem os atuais passageiros e conquistarem novos são os próprios veículos.
Se entre os diferentes meios de transporte, os preços são competitivos, e se o avião é mais rápido que o ônibus (embora algumas conexões e questões relacionadas à necessidade de melhoria de infraestrutura dos aeroportos deixam as viagens aéreas demoradas), está no conforto oferecido pelos veículos a aposta de muitas empresas.
A Viação Itapemirim, uma das maiores companhias de ônibus do País, cobrindo grande parte do território nacional, anunciou a chegada de veículos de serviço leito, mais sofisticados que os anteriores da mesma categoria. O “Serviço Rodonave” recebeu sete ônibus que contam com poltronas-camas individuais e atendimentos de bordo. A previsão é de que em um ano, cheguem mais 15 ônibus deste tipo, conforme nota da Viação Itapemirim:
terça-feira, 19 de agosto de 2014
sábado, 2 de agosto de 2014
sábado, 12 de julho de 2014
Ônibus interestaduais
Ônibus interestaduais
Governo quer mais concorrência no setor
(AE)12 de julho de 2014 (sábado)
O governo vai mudar totalmente a forma de escolha das empresas que operarão as linhas de ônibus interestaduais e internacionais. Em vez de leiloar as linhas, como vem tentando fazer sem sucesso desde 2008, o governo vai agora simplesmente autorizar todas as empresas interessadas numa determinada rota a operá-la. Desde, é claro, que elas atendam a um conjunto de requisitos de segurança e qualidade. “Se tiver 30 ou 40 empresas querendo fazer Rio-São Paulo, e elas se habilitarem, vamos autorizá-las”, disse a diretora da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) Ana Patrizia Gonçalves Lira. “Depois, o mercado se ajusta.”
É uma mudança radical em relação ao cenário de até um mês atrás. Até então, o governo vinha tentando escolher empresas para operar um conjunto de rotas por meio de uma licitação. A tentativa mais recente, iniciada em agosto de 2013 para ser concluída em janeiro de 2014, estava paralisada por liminares judiciais. O edital dessa concorrência foi revogado ontem.
No mês passado, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12 996, que mudou todo o modelo. Em vez de uma permissão, como vinha sendo tentado até então, as empresas de ônibus de longa distância operarão mediante uma autorização.
A mudança só não vale para as linhas semiurbanas, como as que ligam o Distrito Federal às cidades-satélite em Goiás. Para essas, a Constituição determina que o sistema seja o de permissões.
LIBERDADE
A autorização, explicou Ana Patrizia, pressupõe mercado livre. Assim, além de permitir que todas as interessadas habilitadas operem as linhas, o governo também deixará de determinar os itinerários. “Cada empresa monta sua rede e apresenta”, disse a diretora. E, daqui a cinco anos, as tarifas serão liberadas. A ANTT apenas fiscalizará e punirá abusos. Essa liberalização do mercado de transporte rodoviário de passageiros começará a tomar corpo no segundo semestre de 2015.
Daqui a um ano, as empresas que hoje estão operando linhas terão um prazo para se habilitar junto à ANTT. Tendo sucesso, continuarão a operá-las. Do contrário, as autorizações especiais com as quais trabalham hoje (dado que os contratos de permissão já venceram) serão revogadas.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
LIMPLEX GOIANIA
L I M P L E X
GOIANIA
Contratei uma firma para uma reforma na minha piscina, que
estava boa, mas o VINIL estava um pouco desbotado, fui aconselhado pela pessoa
que me atendeu PATRICIA CABRAL que eu deveria aquecer a piscina então considerando
o que a profissional me indicou fizemos o contrato de numero 2012105 (controle
deles) onde eles forneceriam 10 itens dentre eles um vinil SASUY 0,6MM PARA
PISCINA COM quatro ANOS DE GARANTIA.
O vinil com oito meses já esta enrugando em vários lugares e
eu creio que seja por má colocação porque o outro vinil que foi tirado tinha mais
de 10 anos e nunca apresentou defeito algum. Ao descobrir o defeito
entrei em contato por varias vezes com a LIMPLEX e me falaram que tinha que ser
com limplex da Av Mutirão assim o fiz marcaram que vinham me atender e como não
veio liguei novamente e me disseram que eu teria que pagar um valor que seria a
taxa de visita do técnico e a mão de obra, insistir que viessem, mas não vieram
então consegui falar com a vendedora que me atendeu na época a mesma me disse
que iria falar com o diretor e me daria uma resposta e até hoje. Isso tem me
causado muito aborrecimento porque paguei C$ 6.900,00 e não tenho piscina tenho
sido constrangido e envergonhado diante da família.
Caso eu não consiga resolver esse caso com a patrulha do consumidor
que pedi ajuda ai terei que ajuizar.
MARION ALVES DA
SILVA FONO (62) 8115-4380
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